Frase da Semana

Assim, tudo é de Deus, está em Deus e existe para Deus; ele é o começo, o meio e o fim.

quarta-feira, 16 de outubro de 2024

Os Grandes Avivalistas na Religião Americana - 1740-1944

A Carreira e a Teologia de Jonathan Edwards, Charles Finney, Dwight Moody, Billy Sunday e Aimee Semple McPherson

William H. Cooper Jr.

Para minha esposa, Regina, e para meus filhos, Will e Bem. Eles sempre são bênção para mim.


Conteúdo

Prefácio

Introdução

1. Jonathan Edwards: Avivamento como a surpreendente obra de Deus

2. Charles Finney: Avivamento como atos racionais dos homens

3. Dwight L. Moody: Avivamento como um grande negócio

4. Billy Sunday: Avivamento como entretenimento

5. Aimee Semple McPherson: Avivamento como espetáculo

Conclusão

Notas por capítulo

Bibliografia

Índice


Prefácio

Parte do problema com a escrita de um livro, em nossa presente era de informação, é a incrível quantidade de recursos disponíveis. Basicamente, uma pessoa pode afogar-se no material disponível sobre qualquer assunto. Quanto mais uma pessoa lê e pesquisa, mais informação ele ou ela encontra. Portanto, o foco que uma pessoa coloca sobre o assunto pode ser tão importante quanto o assunto em si. Isto é verdade acerca do avivalismo e sobre os envolvidos nele. Desejo focar no avivalismo americano e nos principais personagens que o moldaram através dos anos. Para lidar com o avivalismo americano, uma pessoa deve, certamente, começar com Jonathan Edwards e o Primeiro Grande Avivamento, pois os “avivamentos” anteriores foram, na verdade, apenas precursores. Aqui, eu devo fa-zer minha primeira escolha para limitar o estudo ao não lidar com os evangelistas ingleses. Meu desejo era considerar aquelas influências intelectuais e sociais americanas únicas que fizeram do avivalismo o que ele é hoje. Whitefield e Wesley agiram sob sus própria estrutura teológica, frequentemente opostos um ao outro, mas o avivalismo americano é, na verdade, o conflito entre Jonathan Edwards e Charles Finney. É em Finney que vemos a grande mudança intelectual, na qual o centro do avivalismo muda de Deus para o homem. Por se ajustar tão bem à estrutura cultural que está sendo desenvolvida e as ideias de Edwards não, o avivalismo de Finney torna-se no pensamento americano dominante. Depois disso, vemos o desenvolvimento de práticas empresariais aplicadas ao avivalismo por D. L. Moody e a perda de uma mensagem forte. Finalmente, terminaremos este estudo com Billy Sunday e Aimee Semple McPherson, que reduziram o avivalismo a mero entretenimento. McPherson é particularmente interessante, visto que ela é a primeira mulher avivalista no cenário nacional. Ela também exerceu um papel importante ao trazer o Pentecostalismo para a principal corrente evangélica.

Este livro é o resultado de um curso que ministrei no Birmingham Theological Seminary, na década de 1980. O presidente do jovem seminário, o falecido John McKinstrey, pediu-me para ensinar sobre avivamentos em uma classe de história da igreja. Após realizar algum estudo, vi que havia muitos estudos históricos excelentes sobre os eventos do avivalismo na América, mas quase nada que se dedicava ao seu desenvolvimento intelectual ou teológico. A pergunta que eu sempre quis responder era: “Como o avivamento sob Jonathan Edwards tornou-se a atividade vazia que vemos hoje?” Eu também queria saber o que mudou o avivalismo de uma poderosa obra de Deus em uma série de encontros organizados e planejados pelo homem. O que eu desejava ensinar não era apenas outra história (meus alunos leram uma como indicação), mas os caminhos do avivalismo. A fim de ver a dinâmica e a intensidade da mudança de Edwards para Finney para Moody, Para Sunday, comecei a ler os principais escritos sobre avivalismo dos principais proponentes, e ensinar sobre eles. Espero que meus leitores encontrem utilidade nesta abordagem à medida que lutam com o que ´avivamento é (ou não é) e como ele opera (ou não opera). Observei a dimensão da cultura porque a teologia nunca é moldada em um vácuo. Assim, quando finalmente encontrei o teor do meu curso, eu tinha um estudo sobre o debate americano sobre o avivalismo que vinculava teologia, intelecto e sociologia.

Uma coisa que descobri ao fazer isso foi que, embora os dois principais proponentes – Edwards e Finney – ambos escreveram extensa e profundamente sobre avivamentos (e receberam oposição bem pensada), os que os seguiram não fizeram. Depois de Finney, os avivalistas seguintes não viram necessidade de escrever profunda ou extensamente acerca da natureza do avivalismo, porque Finney já tinha dito tudo que havia para dizer. Dizer que os escritos de Finney derrotaram os de Edwards é uma exposição incompleta. Finney arrasou Edwards aos olhos dos que o seguiram. Adicione a isto o fato de que nenhum dos principais avivalistas depois de Finney estava minimamente interessado em teologia e me achei sem fontes detalhadas. Assim, fui forçado a explicar seus conceitos sobre avivamentos mediante a consideração de suas palavras (em sermões e outros escritos) e seus métodos. Isto estava ligado à cultura da época e a um claro retrato desenvolvido. A mensagem passou a ser corroída pelos métodos, e o avivalismo perdeu seu poder de mudar não apenas indivíduos, mas a sociedade também. Todavia, esses últimos avivalistas tiveram seu impacto. Creio que Billy Sunday torna-se o precursor do televangelismo e McPherson do movimento de mega igrejas.

Em meu curso, a pergunta mais comum foi: “O que dizer de Billy Grahm? Onde ele se encaixa?” Escolhi, no curso e neste livro, não incluir Billy Graham por duas razões. Primeira, seu estilo de evangelismo é nada mais que um retorno a D. L. Moody e uma fuga dos equívocos de Billy Sunday. Consequentemente, não há nada de novo ou de diferente. De modo bastante interessante, Graham tem o mesmo problema que Moody teve com convertidos quase inexistentes, aqueles que fizeram profissões de fé, mas parece que nunca o fizeram em uma igreja local. Segunda, um historiador escreve sobre a história, e o faz objetivamente, ele deve manter alguma distância histórica. O deixarei para outro livro ou para outro historiador.

Como tenho certeza de que você sabe, cada livro é um trabalho conjunto, pois aprendemos com aqueles que vieram antes de nós e somos encorajados e corrigidos por aqueles ao nosso redor. Isto é verdade aqui também. Agradeço a todos que imprudentemente me perguntaram sobre o que era meu livro, e ficaram ali por vinte minutos enquanto o explicava. Ele se torna cada vez mais claro em minha mente. Agradeço a meus alunos do Birmingham Theological Seminary, em Birmingham, Alabama, que participaram com excelente debate sobre cada aspecto do avivalismo. Kathlene O’Dell esteve disposta a ler meu manuscrito, embora o assunto não fosse de interesse particular para ela. Devo agradecer aos bibliotecários de referência e de apoio técnico da Library Center of the Spingfield-Greene County Library, por sua ajuda de diversas maneiras, e aos bibliotecários da Evangel University, que me ajudaram a explorar escritos disponíveis on-line e que retiraram microfilmes velhos e empoeirados de artigos e periódicos antigos, e finalmente me indicou os arquivos da Sede da Assembleia de Deus. Aos meus meninos, Will e Ben, e ao meu amigo David Lyli, que me incentivaram a escrever e a continuar escrevendo, vocês têm o meu mais profundo agradecimento. Finalmente, a minha querida esposa, Regina, que leu cada página e ofereceu comentários e correções, você é minha maior bênção. Sem você, este livro nunca teria sido escrito.


Introdução

“O que é o homem para que ele viva a vida do seu Deus?” perguntou Herman Melville, em sua grande obra Moby Dick. Uma pergunta semelhante igualmente poderia ser feita sobre o avivalismo americano. O que acontece ao avivalismo quando o sistema sobrevive à teologia de seu Deus? De fato, a mudança está no coração do avivaliamo, mudança iniciada e nutrida pela cultura de seus dias, especialmente mudança quanto a natureza do homem e a essência de Deus. O caráter de Deus muda ao longo dos anos de um soberano Senhor ativo e envolvido para um servo passivo que espera. O salvador ativo se torna o pretendente ansioso. Isto ocorre porque a cultura americana desenvolve e muda a imagem do homem. A teologia não acontece em um vácuo. Ela é grandemente moldada, consciente ou inconscientemente, pelas crenças e eventos circundantes. Especialmente no meio da decadência espiritual do século 19, o avivalismo pode ser medido pela alteração no objeto da fé, de Deus-homem para homem-Deus, e na correspondente mudança na ênfase, de fé na salvação do homem pela misericórdia e graça de um Deus onipotente para a fé no potencial poder encontrado em cada homem. A democracia jacksoniana de Charles Finney rejeita o calvinismo de Jonathan Edwards, que jaz no início do avivalismo americano e ajuda a moldar um novo Deus, um Deus mais aceitável à imagem do homem em expansão. E esta imagem do homem, enfraquecida, mas não caída, defeituosa, mas não morta, é desenvolvida por forças posteriores naquelas duas grandes imagens do homem, o comerciante da Era Dourada (e D. L. Moody) e o anfitrião da virada do século (estrelando Billy Sunday). Então, exausto e quase aniquilado o avivalismo é energizado por breve tempo pelo fervor pentecostal de Aimee Semple McPherson, que oferece poder sobrenatural a um sentimento americano mais e mais oprimido pela cultura em rápida mudança ao seu redor.

A fim de apreciar plenamente as mudanças que ocorrem durante a história do avivalismo americano, é útil definir precisamente o que é avivamento. E isto não é, neste momento, uma tarefa fácil. Os avivamentos são eventos misteriosos que lidam com a alma do homem de uma maneira frequentemente inescrutável à razão humana. A História está repleta de discussões quanto a se o avivamento aconteceu aqui ou não aconteceu ali. O problema de definição não é uma coisa nova. Nem é um problema americano somente. Em 1840, alguns ministros da Igreja da Escócia escreveram um livro com o único propósito de definir um avivamento. E então eles não concordaram completamente. Assim, o que é um avivamento? Em um sentido amplo, a história dos avivamentos é a história dos procedimentos graciosos de Deus com o homem de uma maneira singularmente poderosa. Jonathan Edwards chamou o avivamento de “a história da redenção” e, assim, a única história verdadeira, pois nele era delineado o desdobramento e a realização do propósito soberano de Deus. Porém, isso parece muito amplo. Se avivalismo é a realização do propósito de Deus, quando não há avivamento? Kenneth Scott Latourette, um dos maiores historiadores da igreja de nossa época, via o avivamento como períodos de progresso seguidos de épocas de declínio espiritual e indiferença. O padrão, segundo Latourette, se parece com isso: Avivamentos são precedidos por um período de apatia espiritual, fraqueza corporativa e pecaminosidade grosseira, até mesmo entre os cristãos professos. A maioria das igrejas desceu tão baixo que quase não difere substancialmente do mundo ao seu redor. Então, por meio do poder sobrenatural do Espírito Santo, geralmente experimentado na pregação da Palavra de Deus de modo claro e corajoso, a igreja é agitada e mudada. Á medida que a igreja começa a se conformar mais e mais à imagem de Cristo, as pessoas começam a responder de vários modos. Alguns são indiferentes e apáticos, perguntando-se sobre o que significa toda a excitação. Outros são convertidos e acrescentados a Igreja (este resultado altamente visível do avivamento é frequentemente visto nos círculos americanos como a totalidade do avivalismo, embora seja apenas um dos muitos resultados). Finalmente, levanta-se a oposição, tanto de dentro da igreja quanto de fora. Os incrédulos ridicularizam, os crentes questionam, e, no meio de tudo, o Diabo produz imitações em um esforço para confundir e enganar. Torna-se incerto o que é uma verdadeira obra de Deus e o que não é, o que é do homem e o que é do Espírito. Aparecem e crescem abusos do sistema, e, eventualmente, o avivamento morre ou é substituído por uma metodologia vazia, à medida que a Igreja começa a afundar na indiferença e os piedosos buscam um novo avivamento. Novamente, este resumo de Latourette é muito bom, mas ainda é apenas um resumo de padrões, não uma definição. A questão permanece: O que é um avivamento?

Um avivamento, definido de forma simples, é uma manifestação incomum do poder da graça de Deus para vivificar e aumentar a fé e a piedade dos crentes a tal ponto que os crentes se conformam mais à imagem de Cristo, e os pecadores negligentes são convencidos e convertidos. Embora um avivamento, assim definido, tenha dois aspectos de impacto, sobre crentes e sobre não crentes, sua natureza essencial é a mesma em ambos. É a energia vivificante, iluminadora, regeneradora e santificadora do Espírito Santo. O problema com esta definição, como com todas as definições, ocorre quando a aplicamos aos eventos atuais.

É difícil de identificar o avivalismo americano porque ele produziu poucos resultados tangíveis e duradouros. Nossos avivamentos tendem a ser individualistas (porque somos individualistas) e de pouca duração. Os avivamentos em outras partes produziram mudanças sociais, políticas e até mesmo econômicas de longo alcance. O avivamento inglês do século 18, sob os Wesleys e George Whitefield, por exemplo, desempenharam um papel importante na abolição pacífica da escravidão nas Ilhas Britânicas. O avivamento americano sob Charles Finney teve um impacto relativamente pequeno sobre a escravidão. Temos dificuldade de encontrar na América qualquer impacto duradouro advindo de nossos aviamentos, exceto em termos de aumento temporário da membresia e agitações sociais esporádicas de menor efeito.

Talvez esta seja a razão pela qual ainda exista a pergunta, na história americana, quanto a quais avivamentos realmente experimentamos. Há uma pergunta legítima entre alguns quanto a se os esforços de Billy Graham constituem ou não um avivamento. Alguns chegam ao ponto de dizer que tivemos apenas um genuíno avivamento (sob Edwards) e todo o resto mais foi meramente uma combinação vil de enganos do diabo e esforços insignificantes de homens. A maioria, contudo, parece estar de acordo sobre três períodos definidos em que algum elemento de avivamento pode ser visto na América. O Primeiro Grande Avivamento, que se estendeu de 1725 até cerca de 1750, assumindo formas um tanto diferentes nas várias seções das colônias, mas unido na pessoa e obra de George Whitefield. O principal teólogo e escritor daquela época de avivamento (e, talvez, o maior teólogo americanos de todos) foi Jonathan Edwards. Foram ambos, Whitefield e Edwards, que deram ao avivamento sua natureza puritana e, portanto, calvinista. De fato, este avivamento pode ser visto como uma tentativa de cumprir a esperança puritana de “uma cidade sobre a colina” refletindo a glória de Deus para o mundo. Em reação a isto, estavam os escritos de clérigos mais liberais como Charles Chauncy, copastor da Primeira Igreja de Boston.

Começando com as reuniões ao ar-livre de Kentucky e Tennessee, o Segundo Grande Avivamento encontrou sua forma através da pessoa e a obra de Charles Finney. Foi durante este período, aproximadamente de 1795 a 1835, que a compreensão calvinista de avivamento foi descartada e substituída por uma forma religiosa de democracia jacksoniana. As duas principais obras relativas ao avivalismo durante esse período foram Revivals of Religion (Avivamentos da Religião), do próprio Finney, e Lectures on Revivals (Palestras sobre Avivamentos), uma resposta calvinista suave de W. B. Sprague. Juntamente com essas extensas abordagens, estavam ensaios de uma forte reação, principalmente por parte da habilidade conservadora da Universidade de Princeton. No entanto, logo ficou claro que os religiosos americanos tinham, em sua maior parte, rejeitado o puritanismo e o calvinismo estrito de Jonathan Edwards, e haviam rapidamente se movido para o avivalismo centrado no homem, mais democrático e amigável, de Charles Finney. Foi durante este período que teve início o avivalismo moderno, com toda a sua metodologia.

         Se o Primeiro Grande Avivamento foi orientado teologicamente e o Segundo Grande Avivamento concentrou-se na criação de uma metodologia, então, sem dúvida, o avivamento de 1875 a 1915, sob Dwight Moody e Billy Sunday, foi um negócio por excelência. Talvez seja por isso que ninguém coloque um “grande” na frente desse período. O avivalismo deste período foi mais a expressão religiosa da idade de ouro (ou, como este período é chamado, a Era Dourada) dos negócios americanos, com a sua orientação financeira em vez de uma poderosa obra de um Deus sobrenatural. E como verdadeiros empresários, ninguém teve tempo de escrever tomos de teologia. Sua compreensão da avivalismo deveria ser vista nas suas ações e nos resultados das suas obras, em vez de nas palavras vazias numa página.

        Em adição a dificuldade de interpretar o avivalismo americano há outro fator também. À medida que a cultura americana molda o avivalismo, ela passa não apenas por sólidas mudanças teológicas (a “cidade sobre uma colina” de Edwards não é o mesmo que a democracia jacksoniana de Charles Finney, e está a quilômetros de distância do “avivamento como grande negócio” de Moody, e do “avivamento como entretenimento” de Sunday e de McPherson), mas também muda na própria avaliação do próprio avivamento. Surgem questões essenciais. O avivamento é dado por Deus, produzido pelo homem ou ambos? Quais são as distinções entre um genuíno e um falso avivamento? Qual a metodologia adequada a ser empregada? A falha em responder corretamente a essas perguntas leva ao declínio da qualidade do avivalismo americano, até acabarmos com as palhaçadas embaraçosas de um Billy Sunday ou do show business (das produções) da irmã McPherson. O avivamento se torna um termo que não possui mais nenhum significado especial. Este é o dilema do avivalismo americano. Agora temos “avivamentos” o tempo todo, onde nada acontece. Passamos por placas de igrejas que proclamam avivamento de segunda a sexta, das 7h às 9h (9h30 se o evangelista falar muito). Para muitas igrejas, hoje, o avivamento nada mais é do que sinônimo de reuniões especiais. Imagine o que isso fez com as orações da igreja por avivamento. Esperançosamente, ao examinarmos de modo crítico os escritos de Edwards e de Finney, em seu contexto histórico, juntamente com as práticas de Moody, Sunday e McPherson, veremos o padrão de declínio do avivalismo e obteremos algumas respostas que trarão de volta o significado da palavra avivamento e vida de volta à igreja.

        Pode-se dizer que a grande consistência da cultura americana reside no fato de que, com tempo suficiente, ela pode banalizar qualquer coisa. Isto é verdade, e nem mesmo o próprio Deus pode escapar disso. Porém, à medida que Deus é reduzido, algo mais deve ser inflado para preencher a lacuna. Em nossa cultura, foi o poder do homem. A história intelectual do avivalismo americano é a história de como o homem adquire o poder da sua própria salvação e o que ele faz com ele. Em Moby Dick, quando o homem sobrevive ao seu Deus, os resultados são loucura e obsessão. Na história que estamos prestes a observar, o resultado final parece praticamente o mesmo.


Tradução de: The Great Revivalists in American Religion – 1740-1944

Autor: William H. Cooper Jr.

Tradução: Paulo Arantes