Frase da Semana

Assim, tudo é de Deus, está em Deus e existe para Deus; ele é o começo, o meio e o fim.

terça-feira, 29 de setembro de 2020

Jonathan Edwards (1703-1758), Pregador do Século 18

Bernard L. Brock

 

            Jonathan Edwards nasceu em 5 de outubro de 1703, o único filho homem e o quinto de onze filhos de Esther Stoddard e Timothy Edwards. Como filho de um ministro e neto do aristocrata e reavivalista Solomon Stoddard, a educação inicial de Jonathan, conduzida por seu pai, mãe e irmãs mais velhas, enfatizou o Grego, o Latim e a Bíblia. Seu interesse precoce pela religião era evidente em sua prática de orar cinco vezes por dia e na discussão de questões religiosas com amigos em uma cabana isolada. A mente perspicaz e o poder de observação de Edwards foram demonstrados durante a idade de onze e doze anos quando ele escreveu os ensaios “Of Insects” (Sobre Insetos) e “Of the Rainbow” (Sobre o Arco-íris). Sua compreensão sobre as aranhas e a natureza somente poderia ser o resultado de observação paciente e intensa combinada com deduções sadias.

            A educação formal de Jonathan começou aos treze anos com sua entrada no Yale College. Em Yale, ele leu Locke e Newton, e refletiu as ideias desses autores em seus escritos “Notes on the Mind” (Notas sobre a Mente) e “Notes on Natural Science” (Notas sobre a Ciência Natural). Edwards expandiu o conceito de Locke de que “conhecimento é a percepção da concordância ou discordância entre duas ideias”, e estabeleceu sua própria definição de verdade: “VERDADE é A percepção das relações existentes entre as ideias. Falsidade é a suposição das relações entre ideias que são inconsistentes com aquelas ideias em si mesmas; não sua discordância exterior com as coisas. Toda verdade está na mente, e somente ali.” Edwards podia facilmente ter tido uma carreira de sucesso na ciência. Em setembro de 1720, Jonathan formou-se, mas permaneceu em Yale para estudar para o ministério.

            Em agosto de 1722, Edwards aceitou seu primeiro convite para tornar-se pastor da Igreja Presbiteriana Escocesa em Nova York. Ele retornou ao Yale College para obter o mestrado em Artes, em 1723, e logo tornou-se assistente. Seu próximo lance foi o pastorado auxiliar com seu avô, Solomon Stoddard, em Northampton, Massachusetts, em 1727. Em 28 de julho, ele se casou com Sarah Pierrepont e, em 22 de fevereiro de 1729, Solomon Stoddard faleceu. Jonathan Edwards pregou o sermão fúnebre e assumiu o ministério de seu avô. A partir do púlpito de Northampton, a igreja mais proeminente fora de Boston, Edwards começou sua carreira de pregador.

 

Jonathan Edwards como Pregador do Avivamento

 

            A vida de Jonathan Edwards foi dedicada a trazer o povo crescentemente secular de volta para o calvinismo puro por meio de sua pregação e escritos. Este sonho, o qual por vezes parecia ao seu alcance, nunca foi concretizado.

            O primeiro desafio para a habilidade de pregação de Edwards foi o convite do clero da Nova Inglaterra para apresentar uma palestra pública, na Primeira Igreja de Boston, em 8 de julho de 1731. A atenção estava sobre Edwards, não apenas por ser ele herdeiro de Stoddard e o principal graduado de Yale, mas também porque ele poderia permitir que diferenças religiosas dividisses as comunidades novamente. O Pacto do Meio-Termo, o qual estendia a membresia da igreja e o batismo aos que forneciam evidências convincentes, era a concessão da igreja com o conceito calvinista tradicional de permitir apenas aos eleitos de Deus, que tinham experimentado uma experiência de conversão pessoal, entrar nos círculos internos da igreja. Stoddard, contudo, liberalizou essa concessão e exigia apenas uma profissão de fé e arrependimento dos pecados. Ao manter essa posição, Stoddard foi bem-cucedido em tirar as igrejas do Vale do Connecticut do controle de Cotton e Increase Mather, de Boston. O clero de Boston estava curioso quanto a se Edwards seguiria a tradição liberal de Stoddard e em quão formidável oponente ele seria. Edwards pregou sobre “God Glorified in Man’s Dependence” (Deus é Glorificado na Dependência do Homem). Seu estilo de discurso e de linguagem foram claros, mas a mensagem bem fundamentada e conservadora – “que a criatura não é nada, e que Deus é tudo” – era o que o clero desejava ouvir, embora não tenha visto suas plenas implicações. Edwards passou no teste, e seu sermão foi publicado.

            A abordagem de Jonathan Edwards a pregação combinava cuidadosamente o pensamento científico moderno de John Locke e Sir Isaac Newton com a filosofia calvinista. Seus primeiros escritos refletiram sua leitura do Essay Concerning Human Understanding de Locke. Edwards continuou a seguir as ideias de Locke por toda a sua carreira. Em agosto de 1733, Edwards pregou e publicou mais tarde um sermão que apresenta sua filosofia: “A Divine and Supernatural Light, Immediately Imparted to the Soul by the Spirit of God, Shown to Be Both a Scriptural, and Rational Doctrine” (Uma Luz Divina e Sobrenatural, Comunicada Imediatamente à Alma pelo Espírito de Deus, Demonstrada Ser uma Doutrina Tanto Bíblica quanto Racional). Edwards cria que a percepção da realidade era central à experiência do homem e que a iluminação espiritual ocorria por meio dos sentidos. Locke argumentava que os homens adquirem os materiais para a razão e conhecimento somente da experiência, e, para Edwards, Deus falava ao homem por meio das experiências de seus sentidos. Ele demonstrou sua doutrina básica em um sermão curto. Esta abordagem simples (básica), contudo, tornou-se poderosa em 1734-1735, quando Edwards comandou um avivamento religioso.

            Northampton era uma comunidade inquieta quando Edwards substituiu Stoddard; contudo, sob sua pregação, feudos e disputas foram colocadas de lado e as pessoas ficaram cheias com o poder das emoções religiosas. Em seis meses houve mais de 300 conversões, e cerca de 100 pessoas foram admitidas na igreja. No final do avivamento, Edwards, em A Faithful Narrative of the Surprising Work of God in the Conversion of Many Hundred Souls in Northampton, and the Neighboring Towns and Villages (Uma Narativa Fiel sobre a Surpreendente Obra de Deus na Conversão de Muitas Centenas de Almas em Northampton e nas Cidades e Vilas Vizinhas), forneceu um relato das ações e dos eventos. Este documento, que consiste em uma declaração introdutória, uma descrição do processo de conversão e dois estudos detalhados de caso, tornou-se o manual do avivalismo. Muito do poder retórico do documento veio da descrição vívida das experiências religiosas de Abigail Hutchinson e Phebe Bartlet, adulta e criança, respectivamente. Esses dois casos eram aplicações claras do conceito de Locke de que as palavras representam a experiência do sentido, de modo que a linguagem pode ser usada de modo eficaz para comunicar a experiência e alcançar o conhecimento. Edwards descreveu o terror de Abigail “Seu maior terror, disse ela, era que ela tinha pecado contra Deus; sua aflição cresce mais e mais por três dias; até que ela via ‘nada mais que a ira de Deus’.” Ele também descreveu seu conforto; “Ela teve por vários dias consecutivos um doce senso da excelência e amabilidade de Cristo em sua humildade.” A reputação de pregador de Edwards cresceu, assim ele foi capaz de publicar quatro de seus sermões de avivamento sob o título de Justification of Faith Alone (Justificação Somente Pela Fé). Este livro foi tão bem recebido que teve três reedições. Edwards constatou, no entanto, que o avivamento tinha seus perigos. A histeria aumentou nas comunidades ao ponto de um comerciante proeminente cometer suicídio. Esta atmosfera se espalhou quando outras pessoas disseram que ouviam vozes dizendo para cortarem suas gargantas. Este suicídio e a histeria foram os fatores da diminuição do avivamento.

            O avivamento inspirado por Edwards em 1734-1735 foi apenas um precursor do Grande Avivamento ocorrido em 1740-1741, que irrompeu na onda de George Whitefield quando ele viajou por toda a Nova Inglaterra. Diferente de Edwards, que era conhecido por sua pregação simples, Whitefield foi um avivalista espirituoso e emocional. Em 8 de julho de 1741, em Enfield, Edwards pregou o que foi seu sermão mais popular, “Sinners in the Hands of na Angry God” (Pecadores nas mãos de um Deus irado). A resposta foi extraordinária: mulheres desmaiaram e homens gritaram e choraram. A mensagem de Edwards de que um Deus Todo-Poderoso controlava as pessoas, as quais estavam completamente à sua mercê, foi totalmente clara: “O Deus que segura você sobre o abismo do inferno, como alguém segura uma aranha ou um inseto repugnante sobre o fogo, odeia você e é terrivelmente provocado; sua ira para com você queima como o fogo; ele considera você como digno de nada mais senão ser lançado no fogo.” O sermão descreve o terrível estado do homem, mas também apresenta a esperança de salvação por meio de Cristo: “E agora, você tem uma oportunidade extraordinária, um dia no qual Cristo abre a grande porta da misericórdia e está chamando e clamando em alta voz aos pobres pecadores.” O sermão de Edwards estava de acordo com a mensagem de avivamento da época. Sua mensagem se concentrou mais na aplicação do que na filosofia, sua linguagem foi surpreendentemente forte e vívida, e sua estrutura foi incomumente simples. As pessoas estavam levando a religião para suas vidas e Edwards viu seu sonho como parcialmente realizado.

            Novamente, o avivamento religioso teve seu preço para Edwards. Thomas Clap, um religioso conservador e reitor de Yale, se opôs ao Grande Avivamento, em parte porque ele pensava que Whitefield desejava expulsar os clérigos de longa data da Nova Inglaterra em favor dos jovens metodistas da Inglaterra. Embora Edwards tenha negado associação com o plano de Whitefield, desenvolveu-se uma contenda pessoal entre Edwards e Clap. Como resultado, Edwards deixou de comparecer à cerimônia de formatura de Yale em favor da do College de Nova Jersey, a qual finalmente tornou-se Princeton. Em setembro de 1741, em sua última cerimônia de formatura em Yale, Edwards defendeu seu papel no Grande Avivamento contra os ataques de Charles Chauncy em “The Distinguishing Marks of a Work of the Spirit of God” (As Marcas Distintivas de uma Obra do Espírito de Deus). Nesse sermão, Edwards identificou as cinco marcas distintivas de uma obra divina. Ele argumentou que o avivamento era inspirado por Deus embora houvesse alguns excessos.

            A resistência ao avivamento havia crescido tanto que, quando Whitefield retornou a Boston para sua segunda visita, sua recepção foi fria. Contudo, a filosofia de Edwards de que a experiência religiosa originada dos sentidos o forcava a crer que a agitação religiosa era basicamente boa, assim ele continuou a defender o Grande Avivamento. Em 1742, ele expandiu seu sermão anterior ao adicionar a experiência religiosa de sua esposa em Some Thoughts Concerning the Present Revial of Religion in New England (Alguns Pensamentos Concernentes ao Presenta Avivamento da Religião na Nova Inglaterra). Ele apresentou a experiência de Sarah Edwards da mesma forma que tinha descrito duas conversões anteriores. Apear de compreender que o avivamento não era mais popular, Edwards continuou a levar seu pensamento adiante. Aparentemente ele desejava compreender a natureza precisa da experiência religiosa. Ele retrabalhou alguns sermões antigos e, em 1746, publicou A Treatise Concerning Religious Affections (Um Tratado Concernente as Afeições Religiosas). Seu propósito era fazer distinção entre emoções ou reações físicas das glândulas e as verdadeiras experiências espirituais: “As provações, acima de todas as outras coisas, tem a tendência de distinguir a verdadeira religião e a falsa, e a fazer a diferença entre elas aparecer de modo evidente.” Edwards empregou uma metáfora: como o ouro é purificado pelo fogo, assim a religião pura é fortalecida por meio das perseguições. “Amar a Cristo” e “Alegria em Cristo” operam no verdadeiro cristão para produzir as afeições de beleza e amabilidade. Por outro lado, o corpo produz paixões e fluidos que “são apenas efeitos ou acompanhamentos das afeições.” A defesa de Edwards do Grande Avivamento passou basicamente imperceptível; a atenção havia mudado para outras preocupações. Esta dedicação à verdade foi a característica da vida de Jonathan Edwards. Porém, ao distinguir entre a verdadeira e a falsa experiência religiosa, Edwards argumentou que algumas pessoas não tinham sido verdadeiramente convertidas, todavia foram admitidas na igreja.

            O auge do avivamento e da pregação de Edwards passaram porque agora as pessoas estavam mais interessadas em resolver os problemas diários de suas vidas. Além disso, uma série de eventos levou Edwards a ações que enfraqueceram sua posição na igreja. Em março de 174, Edwards falou contra e até mesmo citou os nomes de jovens que tinha lido um “mau livro” – um manual de parteira. Northampton entrou em alvoroço porque alguns das melhores famílias estavam envolvidos. Também, a obra Religious Affections de Edwards o convenceu de que o Pacto do Meio-Termo tinha conduzido a práticas que eram inconsistentes com os verdadeiros sentimentos religiosos, assim ele voltou à prática calvinista estrita de fazer uma confissão de fé cristã pública e prover prova de uma experiência de conversão como requerimentos para a membresia da igreja. Quando Edwards abandonou a tradição mais liberal de Solomon Stoddard, a maior parte de sua congregação se opôs ativamente a ele nessa questão. Além disso, o Coronel John Stoddard, tio de Edwards e protetor em Boston, morreu, deixando-o mais vulnerável a ataques. Finalmente, em junho de 1748, Edwards pregou o sermão fúnebre: “Account of the Life of the Late Reverend Mt. David Brainerd” (Relato sobre a vida do Falecido Reverendo David Brainerd). Brainerd, um estudante de Yale, muito emotivo, mas sincero, fora expulso pelo Reito Thomas Clap. Ele fora afetado pela tuberculose e morreu na casa de Edwards enquanto estava sendo cuidado por Jerusha, filha de Edwards e noiva de David. O amor de Edwards por sua filha e por David o levou a uma eloquente oração por seu futuro genro. Edwards compreendeu que estes eventos estavam tornando sua posição insustentável e seu sonho inatingível, mas ele se recusou a ceder.

            Em 1749, o confronto entre Edwards e sua igreja não podia ser mais evitado. A exigência de uma confissão pública de experiência de conversão tinha impedido novo membros por quatro anos porque Edwards insistia nela e membros da igreja não a permitiam. Ele explicou esta posição em An Humble Inquiry into the Rulers of the Word of God Concerning the Qualification Requisite to a Compleat Standing and Full Communion (Uma Humilde Investigação das Regras da Palavra de Deus Concernentes ao Requisito de Qualificação para uma Posição Completa e Plena Comunhão), e, em abril, ofereceu sua resignação, exigindo que seus oponentes lessem sua declaração e aceitassem sua argumentação ou rejeitassem sua declaração e a ele. Sua congregação se recusou a ler sua argumentação e, por volta de julho de 1750 eles foram capazes de encontrar um concílio de ministros que, pelo voto de cinco a quatro, demitiram Jonathan Edwards da Igreja de Northampton.

            Em julho de 1750, Jonathan Edwards pregou seu “Sermão de Despedida” em Northampton. Ele falou diretamente sobre o assunto à mão em seu modo contido e bem racional usual. Ele recapitulou seu tempo com eles e disse adeus até encontrá-los “um ao outro diante do grande tribunal no dia do julgamento.” No entanto, esta não foi a despedida, porque Edwards não tinha outro emprego e passaram-se anos antes que a igreja encontrasse um substituto disposto. Por cerca de um ano ele continuou a pregar em Northampton, até que lhe foi oferecido e ele aceitou uma posição dupla como ministro em Stockbridge e missionário aos índios.

            Jonathan Edwards estava agora fora dos holofotes, e podia dedicar-se a escrever. Como resultado, este foi o período mais pacífico e produtivo de sua vida. Em 1754, ele publicou A Careful and Strict Enquiry into the modern Prevailing Notions of That Freedom of Will, Which is Supposed to Be Essential to Moral Agency, Virtue and Vice, Reward and Punishments, Praise and Blame (Uma Cuidados e Estrita Investigação das Noções Modernas Prevalecentes desta Liberdade da Vontade, a Qual é Suposta Ser Essencial a Agência Moral, a Virtude e ao Vício, a Recompensa e a Punição, Louvor e Culpa). Edwards defendeu a posição que ele sempre aceitou de que era impossível ao homem ter uma vontade livre visto que o governo de Deus era completo. Em 1755, ele deu início a dois documentos, The Nature of True Virtue (A Natureza da Verdadeira Virtude) e Concerning End for which God created the World (Concernente ao Fim para o qual Deus criou o Mundo). Estas obras, juntamente com Freedom of Will, representam o pensamento mais original de Edwards. O discurso e os escritos de Edwards propõem uma resposta ao homem: Deus é Todo-Poderoso, e a identidade do homem é Deus.

            Em 1757, foi oferecido a Edwards a presidência da faculdade em Princeton. Ele aceitou, colocando um fim neste período sossegado e produtivo de sua vida. Em 22 de março de 1758, após receber uma vacina contra a varíola, Jonathan Edwards morreu.

            Jonathan Edwards foi um orador paradoxal. Seu conteúdo e sua forma eram tradicionais, mas seu uso da linguagem era radical. A mensagem de Edwards era que a verdadeira religião estava contida na Bíblia, que o homem era um pecador que estava completamente dependente de Deus, e que Deus é soberano e supremo. Seus sermões eram complexos e altamente organizados. Sua tese era cuidadosamente estabelecida, desenvolvida e aplicada conforme a tradição da pregação americana antiga. As provas de Edwards eram completamente racionais, empregando autoridade, geralmente a Bíblia, e a experiência. Sua forma era caracteristicamente dedutiva, mas argumentos individuais eram frequentemente indutivos. O estilo de Jonathan Edwards era claro, como era sua pregação. Ele usava palavras e frases curtas, que podiam ser facilmente entendidas por sua audiência. Suas imagens e metáforas eram geralmente baseadas na Bíblia. Sua eficácia estava na estrutura racional e lógica de seu argumento e, paradoxalmente, na linguagem experimental lockeana e newtoniana de sua mensagem.

            Edwards perdeu em seu esforço de levar a América de volta ao calvinismo puro, mas ele tem sido reconhecido como um dos pensadores verdadeiramente notáveis da América por seu desenvolvimento de um sistema retórico baseado nos escritos de Locke e Newton. Ironicamente, a abordagem científica a linguagem de Edwards baseada em Locke e Newton foi mais responsável por seu importante lugar na história do que a filosofia calvinista que ele pregou por toda a sua vida.

 

Extraído de “Jonathan Edwards (1703-1758), eighteenth-century preacher”, Bernard L. Brock, in American Orators before 1900.

Tradução: Paulo Corrêa Arantes