Jonathan Edwards (1703-1758), Pregador do Século 18
Bernard L. Brock
Jonathan
Edwards nasceu em 5 de outubro de 1703, o único filho homem e o quinto de onze
filhos de Esther Stoddard e Timothy Edwards. Como filho de um ministro e neto
do aristocrata e reavivalista Solomon Stoddard, a educação inicial de Jonathan,
conduzida por seu pai, mãe e irmãs mais velhas, enfatizou o Grego, o Latim e a
Bíblia. Seu interesse precoce pela religião era evidente em sua prática de orar
cinco vezes por dia e na discussão de questões religiosas com amigos em uma
cabana isolada. A mente perspicaz e o poder de observação de Edwards foram
demonstrados durante a idade de onze e doze anos quando ele escreveu os ensaios
“Of Insects” (Sobre Insetos) e “Of the Rainbow” (Sobre o Arco-íris). Sua
compreensão sobre as aranhas e a natureza somente poderia ser o resultado de
observação paciente e intensa combinada com deduções sadias.
A
educação formal de Jonathan começou aos treze anos com sua entrada no Yale
College. Em Yale, ele leu Locke e Newton, e refletiu as ideias desses autores
em seus escritos “Notes on the Mind” (Notas sobre a Mente) e “Notes on Natural
Science” (Notas sobre a Ciência Natural). Edwards expandiu o conceito de Locke
de que “conhecimento é a percepção da concordância ou discordância entre duas
ideias”, e estabeleceu sua própria definição de verdade: “VERDADE é A
percepção das relações existentes entre as ideias. Falsidade é a suposição das
relações entre ideias que são inconsistentes com aquelas ideias em si mesmas;
não sua discordância exterior com as coisas. Toda verdade está na mente, e
somente ali.” Edwards podia facilmente ter tido uma carreira de sucesso na
ciência. Em setembro de 1720, Jonathan formou-se, mas permaneceu em Yale para
estudar para o ministério.
Em
agosto de 1722, Edwards aceitou seu primeiro convite para tornar-se pastor da
Igreja Presbiteriana Escocesa em Nova York. Ele retornou ao Yale College para
obter o mestrado em Artes, em 1723, e logo tornou-se assistente. Seu próximo
lance foi o pastorado auxiliar com seu avô, Solomon Stoddard, em Northampton,
Massachusetts, em 1727. Em 28 de julho, ele se casou com Sarah Pierrepont e, em
22 de fevereiro de 1729, Solomon Stoddard faleceu. Jonathan Edwards pregou o
sermão fúnebre e assumiu o ministério de seu avô. A partir do púlpito de
Northampton, a igreja mais proeminente fora de Boston, Edwards começou sua
carreira de pregador.
Jonathan Edwards como Pregador do
Avivamento
A
vida de Jonathan Edwards foi dedicada a trazer o povo crescentemente secular de
volta para o calvinismo puro por meio de sua pregação e escritos. Este sonho, o
qual por vezes parecia ao seu alcance, nunca foi concretizado.
O
primeiro desafio para a habilidade de pregação de Edwards foi o convite do
clero da Nova Inglaterra para apresentar uma palestra pública, na Primeira
Igreja de Boston, em 8 de julho de 1731. A atenção estava sobre Edwards, não
apenas por ser ele herdeiro de Stoddard e o principal graduado de Yale, mas
também porque ele poderia permitir que diferenças religiosas dividisses as
comunidades novamente. O Pacto do Meio-Termo, o qual estendia a membresia da
igreja e o batismo aos que forneciam evidências convincentes, era a concessão
da igreja com o conceito calvinista tradicional de permitir apenas aos eleitos
de Deus, que tinham experimentado uma experiência de conversão pessoal, entrar
nos círculos internos da igreja. Stoddard, contudo, liberalizou essa concessão
e exigia apenas uma profissão de fé e arrependimento dos pecados. Ao manter
essa posição, Stoddard foi bem-cucedido em tirar as igrejas do Vale do
Connecticut do controle de Cotton e Increase Mather, de Boston. O clero de
Boston estava curioso quanto a se Edwards seguiria a tradição liberal de
Stoddard e em quão formidável oponente ele seria. Edwards pregou sobre “God
Glorified in Man’s Dependence” (Deus é Glorificado na Dependência do Homem).
Seu estilo de discurso e de linguagem foram claros, mas a mensagem bem
fundamentada e conservadora – “que a criatura não é nada, e que Deus é tudo” –
era o que o clero desejava ouvir, embora não tenha visto suas plenas
implicações. Edwards passou no teste, e seu sermão foi publicado.
A
abordagem de Jonathan Edwards a pregação combinava cuidadosamente o pensamento
científico moderno de John Locke e Sir Isaac Newton com a filosofia calvinista.
Seus primeiros escritos refletiram sua leitura do Essay Concerning Human
Understanding de Locke. Edwards continuou a seguir as ideias de Locke por
toda a sua carreira. Em agosto de 1733, Edwards pregou e publicou mais tarde um
sermão que apresenta sua filosofia: “A Divine and Supernatural Light, Immediately
Imparted to the Soul by the Spirit of God, Shown to Be Both a Scriptural, and
Rational Doctrine” (Uma Luz Divina e Sobrenatural, Comunicada Imediatamente à
Alma pelo Espírito de Deus, Demonstrada Ser uma Doutrina Tanto Bíblica quanto
Racional). Edwards cria que a percepção da realidade era central à experiência
do homem e que a iluminação espiritual ocorria por meio dos sentidos. Locke
argumentava que os homens adquirem os materiais para a razão e conhecimento
somente da experiência, e, para Edwards, Deus falava ao homem por meio das
experiências de seus sentidos. Ele demonstrou sua doutrina básica em um sermão
curto. Esta abordagem simples (básica), contudo, tornou-se poderosa em
1734-1735, quando Edwards comandou um avivamento religioso.
Northampton
era uma comunidade inquieta quando Edwards substituiu Stoddard; contudo, sob
sua pregação, feudos e disputas foram colocadas de lado e as pessoas ficaram
cheias com o poder das emoções religiosas. Em seis meses houve mais de 300
conversões, e cerca de 100 pessoas foram admitidas na igreja. No final do
avivamento, Edwards, em A Faithful Narrative of the Surprising Work of God
in the Conversion of Many Hundred Souls in Northampton, and the Neighboring
Towns and Villages (Uma Narativa Fiel sobre a Surpreendente Obra de Deus na
Conversão de Muitas Centenas de Almas em Northampton e nas Cidades e Vilas
Vizinhas), forneceu um relato das ações e dos eventos. Este documento, que
consiste em uma declaração introdutória, uma descrição do processo de conversão
e dois estudos detalhados de caso, tornou-se o manual do avivalismo. Muito do
poder retórico do documento veio da descrição vívida das experiências
religiosas de Abigail Hutchinson e Phebe Bartlet, adulta e criança,
respectivamente. Esses dois casos eram aplicações claras do conceito de Locke
de que as palavras representam a experiência do sentido, de modo que a
linguagem pode ser usada de modo eficaz para comunicar a experiência e alcançar
o conhecimento. Edwards descreveu o terror de Abigail “Seu maior terror, disse
ela, era que ela tinha pecado contra Deus; sua aflição cresce mais e mais por
três dias; até que ela via ‘nada mais que a ira de Deus’.” Ele também descreveu
seu conforto; “Ela teve por vários dias consecutivos um doce senso da
excelência e amabilidade de Cristo em sua humildade.” A reputação de pregador
de Edwards cresceu, assim ele foi capaz de publicar quatro de seus sermões de
avivamento sob o título de Justification of Faith Alone (Justificação
Somente Pela Fé). Este livro foi tão bem recebido que teve três reedições.
Edwards constatou, no entanto, que o avivamento tinha seus perigos. A histeria
aumentou nas comunidades ao ponto de um comerciante proeminente cometer
suicídio. Esta atmosfera se espalhou quando outras pessoas disseram que ouviam
vozes dizendo para cortarem suas gargantas. Este suicídio e a histeria foram os
fatores da diminuição do avivamento.
O
avivamento inspirado por Edwards em 1734-1735 foi apenas um precursor do Grande
Avivamento ocorrido em 1740-1741, que irrompeu na onda de George Whitefield
quando ele viajou por toda a Nova Inglaterra. Diferente de Edwards, que era
conhecido por sua pregação simples, Whitefield foi um avivalista espirituoso e
emocional. Em 8 de julho de 1741, em Enfield, Edwards pregou o que foi seu
sermão mais popular, “Sinners in the Hands of na Angry God” (Pecadores nas mãos
de um Deus irado). A resposta foi extraordinária: mulheres desmaiaram e homens
gritaram e choraram. A mensagem de Edwards de que um Deus Todo-Poderoso
controlava as pessoas, as quais estavam completamente à sua mercê, foi
totalmente clara: “O Deus que segura você sobre o abismo do inferno, como
alguém segura uma aranha ou um inseto repugnante sobre o fogo, odeia você e é
terrivelmente provocado; sua ira para com você queima como o fogo; ele
considera você como digno de nada mais senão ser lançado no fogo.” O sermão
descreve o terrível estado do homem, mas também apresenta a esperança de
salvação por meio de Cristo: “E agora, você tem uma oportunidade
extraordinária, um dia no qual Cristo abre a grande porta da misericórdia e
está chamando e clamando em alta voz aos pobres pecadores.” O sermão de Edwards
estava de acordo com a mensagem de avivamento da época. Sua mensagem se
concentrou mais na aplicação do que na filosofia, sua linguagem foi surpreendentemente
forte e vívida, e sua estrutura foi incomumente simples. As pessoas estavam
levando a religião para suas vidas e Edwards viu seu sonho como parcialmente
realizado.
Novamente,
o avivamento religioso teve seu preço para Edwards. Thomas Clap, um religioso
conservador e reitor de Yale, se opôs ao Grande Avivamento, em parte porque ele
pensava que Whitefield desejava expulsar os clérigos de longa data da Nova
Inglaterra em favor dos jovens metodistas da Inglaterra. Embora Edwards tenha
negado associação com o plano de Whitefield, desenvolveu-se uma contenda
pessoal entre Edwards e Clap. Como resultado, Edwards deixou de comparecer à
cerimônia de formatura de Yale em favor da do College de Nova Jersey, a qual
finalmente tornou-se Princeton. Em setembro de 1741, em sua última cerimônia de
formatura em Yale, Edwards defendeu seu papel no Grande Avivamento contra os
ataques de Charles Chauncy em “The Distinguishing Marks of a Work of the Spirit
of God” (As Marcas Distintivas de uma Obra do Espírito de Deus). Nesse sermão,
Edwards identificou as cinco marcas distintivas de uma obra divina. Ele
argumentou que o avivamento era inspirado por Deus embora houvesse alguns
excessos.
A
resistência ao avivamento havia crescido tanto que, quando Whitefield retornou
a Boston para sua segunda visita, sua recepção foi fria. Contudo, a filosofia
de Edwards de que a experiência religiosa originada dos sentidos o forcava a
crer que a agitação religiosa era basicamente boa, assim ele continuou a
defender o Grande Avivamento. Em 1742, ele expandiu seu sermão anterior ao
adicionar a experiência religiosa de sua esposa em Some Thoughts Concerning
the Present Revial of Religion in New England (Alguns Pensamentos
Concernentes ao Presenta Avivamento da Religião na Nova Inglaterra). Ele
apresentou a experiência de Sarah Edwards da mesma forma que tinha descrito
duas conversões anteriores. Apear de compreender que o avivamento não era mais
popular, Edwards continuou a levar seu pensamento adiante. Aparentemente ele
desejava compreender a natureza precisa da experiência religiosa. Ele
retrabalhou alguns sermões antigos e, em 1746, publicou A Treatise
Concerning Religious Affections (Um Tratado Concernente as Afeições
Religiosas). Seu propósito era fazer distinção entre emoções ou reações físicas
das glândulas e as verdadeiras experiências espirituais: “As provações, acima
de todas as outras coisas, tem a tendência de distinguir a verdadeira religião
e a falsa, e a fazer a diferença entre elas aparecer de modo evidente.” Edwards
empregou uma metáfora: como o ouro é purificado pelo fogo, assim a religião
pura é fortalecida por meio das perseguições. “Amar a Cristo” e “Alegria em
Cristo” operam no verdadeiro cristão para produzir as afeições de beleza e
amabilidade. Por outro lado, o corpo produz paixões e fluidos que “são apenas
efeitos ou acompanhamentos das afeições.” A defesa de Edwards do Grande
Avivamento passou basicamente imperceptível; a atenção havia mudado para outras
preocupações. Esta dedicação à verdade foi a característica da vida de Jonathan
Edwards. Porém, ao distinguir entre a verdadeira e a falsa experiência
religiosa, Edwards argumentou que algumas pessoas não tinham sido
verdadeiramente convertidas, todavia foram admitidas na igreja.
O
auge do avivamento e da pregação de Edwards passaram porque agora as pessoas
estavam mais interessadas em resolver os problemas diários de suas vidas. Além
disso, uma série de eventos levou Edwards a ações que enfraqueceram sua posição
na igreja. Em março de 174, Edwards falou contra e até mesmo citou os nomes de
jovens que tinha lido um “mau livro” – um manual de parteira. Northampton
entrou em alvoroço porque alguns das melhores famílias estavam envolvidos.
Também, a obra Religious Affections de Edwards o convenceu de que o
Pacto do Meio-Termo tinha conduzido a práticas que eram inconsistentes com os
verdadeiros sentimentos religiosos, assim ele voltou à prática calvinista
estrita de fazer uma confissão de fé cristã pública e prover prova de uma
experiência de conversão como requerimentos para a membresia da igreja. Quando
Edwards abandonou a tradição mais liberal de Solomon Stoddard, a maior parte de
sua congregação se opôs ativamente a ele nessa questão. Além disso, o Coronel
John Stoddard, tio de Edwards e protetor em Boston, morreu, deixando-o mais
vulnerável a ataques. Finalmente, em junho de 1748, Edwards pregou o sermão
fúnebre: “Account of the Life of the Late Reverend Mt. David Brainerd” (Relato
sobre a vida do Falecido Reverendo David Brainerd). Brainerd, um estudante de
Yale, muito emotivo, mas sincero, fora expulso pelo Reito Thomas Clap. Ele fora
afetado pela tuberculose e morreu na casa de Edwards enquanto estava sendo
cuidado por Jerusha, filha de Edwards e noiva de David. O amor de Edwards por
sua filha e por David o levou a uma eloquente oração por seu futuro genro.
Edwards compreendeu que estes eventos estavam tornando sua posição
insustentável e seu sonho inatingível, mas ele se recusou a ceder.
Em
1749, o confronto entre Edwards e sua igreja não podia ser mais evitado. A
exigência de uma confissão pública de experiência de conversão tinha impedido
novo membros por quatro anos porque Edwards insistia nela e membros da igreja
não a permitiam. Ele explicou esta posição em An Humble Inquiry into the
Rulers of the Word of God Concerning the Qualification Requisite to a Compleat
Standing and Full Communion (Uma Humilde Investigação das Regras da Palavra
de Deus Concernentes ao Requisito de Qualificação para uma Posição Completa e
Plena Comunhão), e, em abril, ofereceu sua resignação, exigindo que seus
oponentes lessem sua declaração e aceitassem sua argumentação ou rejeitassem
sua declaração e a ele. Sua congregação se recusou a ler sua argumentação e,
por volta de julho de 1750 eles foram capazes de encontrar um concílio de
ministros que, pelo voto de cinco a quatro, demitiram Jonathan Edwards da
Igreja de Northampton.
Em
julho de 1750, Jonathan Edwards pregou seu “Sermão de Despedida” em
Northampton. Ele falou diretamente sobre o assunto à mão em seu modo contido e
bem racional usual. Ele recapitulou seu tempo com eles e disse adeus até
encontrá-los “um ao outro diante do grande tribunal no dia do julgamento.” No
entanto, esta não foi a despedida, porque Edwards não tinha outro emprego e
passaram-se anos antes que a igreja encontrasse um substituto disposto. Por
cerca de um ano ele continuou a pregar em Northampton, até que lhe foi
oferecido e ele aceitou uma posição dupla como ministro em Stockbridge e
missionário aos índios.
Jonathan
Edwards estava agora fora dos holofotes, e podia dedicar-se a escrever. Como
resultado, este foi o período mais pacífico e produtivo de sua vida. Em 1754,
ele publicou A Careful and Strict Enquiry into the modern Prevailing Notions
of That Freedom of Will, Which is Supposed to Be Essential to Moral Agency,
Virtue and Vice, Reward and Punishments, Praise and Blame (Uma Cuidados e
Estrita Investigação das Noções Modernas Prevalecentes desta Liberdade da
Vontade, a Qual é Suposta Ser Essencial a Agência Moral, a Virtude e ao Vício,
a Recompensa e a Punição, Louvor e Culpa). Edwards defendeu a posição que ele
sempre aceitou de que era impossível ao homem ter uma vontade livre visto que o
governo de Deus era completo. Em 1755, ele deu início a dois documentos, The
Nature of True Virtue (A Natureza da Verdadeira Virtude) e Concerning
End for which God created the World (Concernente ao Fim para o qual Deus
criou o Mundo). Estas obras, juntamente com Freedom of Will, representam
o pensamento mais original de Edwards. O discurso e os escritos de Edwards
propõem uma resposta ao homem: Deus é Todo-Poderoso, e a identidade do homem é
Deus.
Em
1757, foi oferecido a Edwards a presidência da faculdade em Princeton. Ele
aceitou, colocando um fim neste período sossegado e produtivo de sua vida. Em
22 de março de 1758, após receber uma vacina contra a varíola, Jonathan Edwards
morreu.
Jonathan
Edwards foi um orador paradoxal. Seu conteúdo e sua forma eram tradicionais,
mas seu uso da linguagem era radical. A mensagem de Edwards era que a
verdadeira religião estava contida na Bíblia, que o homem era um pecador que
estava completamente dependente de Deus, e que Deus é soberano e supremo. Seus
sermões eram complexos e altamente organizados. Sua tese era cuidadosamente
estabelecida, desenvolvida e aplicada conforme a tradição da pregação americana
antiga. As provas de Edwards eram completamente racionais, empregando
autoridade, geralmente a Bíblia, e a experiência. Sua forma era
caracteristicamente dedutiva, mas argumentos individuais eram frequentemente
indutivos. O estilo de Jonathan Edwards era claro, como era sua pregação. Ele
usava palavras e frases curtas, que podiam ser facilmente entendidas por sua
audiência. Suas imagens e metáforas eram geralmente baseadas na Bíblia. Sua
eficácia estava na estrutura racional e lógica de seu argumento e,
paradoxalmente, na linguagem experimental lockeana e newtoniana de sua
mensagem.
Edwards
perdeu em seu esforço de levar a América de volta ao calvinismo puro, mas ele
tem sido reconhecido como um dos pensadores verdadeiramente notáveis da América
por seu desenvolvimento de um sistema retórico baseado nos escritos de Locke e
Newton. Ironicamente, a abordagem científica a linguagem de Edwards baseada em
Locke e Newton foi mais responsável por seu importante lugar na história do que
a filosofia calvinista que ele pregou por toda a sua vida.
Extraído de “Jonathan Edwards
(1703-1758), eighteenth-century preacher”, Bernard L. Brock, in American
Orators before 1900.
Tradução: Paulo Corrêa Arantes
Nenhum comentário:
Postar um comentário