A. Carreira
1. Ele era de uma família de pregadores
influentes – tanto seu pai como seus irmãos foram líderes em moldar e promover
o Grande Avivamento.
2. Gilbert foi educado por seu pai, William
Tennent, um ministro presbiteriano.
a. Seu pai administrou o “Log College”, em Bucks
County, Pensilvânia. Literalmente uma edificação de madeira; foi onde Tennent
(um universitário graduado da Escócia) capacitou seus filhos e outros para o
ministério, para que eles não precisassem ir para a Nova Inglaterra ou para a
Grã-Bretanha.
b. Gilbert Tennent não frequentou realmente o
Log College; ele foi construído depois que seu pai o capacitou. Mas ele agiu
como tutor ali.
c. Whitefield visitou a escola e a chamou de
“escola de profetas”. O Log College tornou-se uma importante fonte de
pregadores do Avivamento, com Gilbert Tennent sendo o mais famoso. Ela foi a
precursora de Princeton.
d. “Ali eles estudavam, a ali eles oravam, e ali
eles foram ensinados sobre Deus” (Alexander).
B. Tennent e o Grande Avivamento
1. Gilbert Tennent assumiu uma igreja em New
Brunswick, Nova Jersey, em 1727. Aqui ele se deparou com o ministério de
Frelinghuysen. Ele começou moldar seu trabalho segundo o de Frelinghuysen e viu
o avivamento vir sobre sua igreja.
2. Em 1740, conforme sugerido por Whitefield,
ele empreendeu um tour de pregação. Isto ajudou a unir os avivamentos nas
Colônias do Meio e da Nova Inglaterra. Tennent menciona o grande interesse
produzido pelo avivamento, por exemplo, falando de como perto de trinta alunos
de Yale andaram dez milhas (cerca de 17 km) para ouvir a pregação. Ele
registrou que “milhares de mergulhadores foram despertados”, o que dizia
respeito tanto a santos quanto a pecadores”.
3. Após ouvi-lo, Whitefield escreveu: “Ele me
convenceu, mais e mais, que não podíamos pregar o Evangelho de Cristo mais do
que tínhamos experimentado o seu poder em nosso próprio coração”.
4. Em 1741, ele pregou “O Perigo de um Ministro
Não Convertido”.
a. Publicado por Benjamin Franklin, a página de
título trazia Jeremias 5.30-31, “Coisa espantosa e horrenda se anda fazendo na
terra: os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas
com eles; e é o que deseja o meu povo. Porém que fareis quando estas coisas
chegarem ao seu fim?”
b. Alguns ficaram irados, não tanto com a ideia
da crítica ao clero não convertido, mas com a implicação de que eles não eram convertidos.
5. Os presbiterianos se dividiram por algum
tempo entre os “Old Lights” (antiavivamento) e os “New Lights”
(pró-avivamento).
a. Alguns oponentes se afastaram por causa dos
excessos (James Davenport, por exemplo), mas muitos foram ofendidos por algo
que não se adequava a seu gosto e pressuposições. Testar as coisas pelas
Escrituras (1 Tessalonicenses 5.21) não por opiniões pessoais).
b. Os apoiadores eram zelosos, sem dúvida, pela
obra genuína de Deus. Porém alguns deixaram seu zelo leva-los muito longe, ao
julgar os motivos e pronunciar o que era e o que não era obra de Deus.
c. Ambos os lados poderiam ter aprendido Marcos
9.38-41, onde Jesus ensinou a João que não é importante que pessoas nos sigam, mas que sigam a ele.
6. Segundo uma carta assinada por Tennent (e
talvez escrita por ele): “Uma obra de convicção
e de conversão se espalhou há não
muito tempo em muitos lugares dessas províncias com tal poder e progresso que
silenciou por um tempo até mesmo os opositores mais nocivos” (ênfase
adicionada”). Sejam quais forem os erros que ele cometeu, ele foi um homem que
viu e promoveu o conceito bíblico de avivamento.
7. Tennent foi um homem oprimido com o fato de
que pastores espirituais deviam satisfazer as necessidades de suas ovelhas, e
ele denunciou aqueles que não o faziam. Porém ele também foi um “exemplo para o
rebanho” como o “Supremo Pastor”, Jesus Cristo (1 Pedro 5.1-4), que, vendo
ovelhas sem pastor, sentia compaixão por elas e as ensinava.
© 2009 Mark
Sidwell. All rights reserved. Esboço de estudo extraído de http://greatawakeningdocumentary.com,
por ShowForth.
Tradução: Paulo Corrêa Arantes
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